Na hora de reparar seu carro de uma batida, é preciso se atentar a alguns detalhes para ter o serviço de reparo correto sendo executado. Segundo um levantamento feito pelo CESVI Brasil, “um dano pequeno não chega a afetar o funcionamento do veículo. Nesses casos, na maioria das vezes, a necessidade do reparo é exclusivamente estética”.

Pequenos danos tanto podem incluir apenas funilaria leve, sem necessidade de pintura (como no caso do martelinho de ouro) ou somente pintura, sem demanda de correção da superfície da chapa por funilaria.

Mas e na hora de fazer a medição desse tipo de avaria? O que os inspetores das companhias de seguros e reguladoras devem levar em consideração? É preciso analisar o tipo de amassado resultante do impacto. Por isso, esses tipos de amassados são divididos em três categorias: 

Danos de nível leve: mais superficiais, quando a maioria dos amassados não ultrapassa 1 cm de diâmetro, sem afetar a pintura e com profundidade rasa. Geralmente são de difícil visualização a olho nu.  

Danos de nível médio:  menos superficiais, cujo amassado ultrapassa 1 cm de diâmetro, com profundidade média, mas ainda sem afetar a pintura.

Danos de nível alto: maiores que 1 cm de diâmetro e de profundidade. Chegam a trincar a pintura da peça afetada, ou sua extensão é tão grande que, quando a chapa é nivelada com a técnica de martelinho de ouro, ela estica demais, exigindo a técnica de encolhimento de chapa – ou até mesmo a pintura da peça para corrigir defeitos oriundos do processo de reparação.

Fonte do Artigo: icarros.com.br

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